Microcontos da Alameda de Hércules

Crónica da viagem ao centro do flamenco

Por Daniela Caminos

Atravessamos todos os dias a Alameda de Hércules sem saber que, antes de ser o grande palco do flamenco, foi o refúgio íntimo de quem o criou, nos seus corrales de vecinos.

Como autora de «Viaje al centro del flamenco» (Viagem ao centro do flamenco), pareceu-me importante escrever estes microcontos para dar a conhecer, pouco a pouco, a importância da Alameda como centro do flamenco e ponto de viragem no estabelecimento dos cânones que ainda hoje se transmitem.

Percursos por tema

O bairroI III
O baileIVespecial a caminho
Os cafés cantantesV
A guitarraVI VII VIII.I VIII.IIespecial a caminho
O canteII IX.I IX.II IX.IIIespecial a caminho
O pianoX

Todos os capítulos

  1. Capítulo IO bairro antes da arteAntes de ser o grande palco do flamenco, foi o refúgio íntimo de quem o criou nos seus corrales de vecinos.
  2. Capítulo IIO cante no bairroMemória documentada graças a escritores, historiadores, flamencólogos… e também aos vizinhos e famílias do bairro.
  3. Capítulo IIIPorquê aqui e noutro sítio não?Uma ponte nova e a chegada do caminho de ferro: a Alameda passou de lugar de passagem a destino artístico.
  4. Capítulo IVAcademias de dançaAcademias onde o bolero e o flamenco primitivo conviviam sob o mesmo teto.
  5. Capítulo VAntes da moda dos cafés cantantes, Sevilha já tinha os seus salões de baileA arte não está de costas voltadas para o empreendedorismo.
  6. Capítulo VIA academia da Laguna de la FeriaA guitarra flamenca teve a sua academia informal na Laguna de la Feria.
  7. Capítulo VIIDe carvoeiro a pai da Escola Sevilhana da guitarraNiño Ricardo: o guitarrista de acompanhamento mais cobiçado do seu tempo.
  8. Capítulo VIII · Parte ITodos os nomes do toque: Os primeiros, do século XIXA cátedra silenciosa: as seis cordas que blindaram a idade de ouro do flamenco.
  9. Capítulo VIII · Parte IITodos os nomes do toque: Rumo à consolidação, séculos XIX e XXOs tocaores que levaram o toque à sua consolidação, pela ordem de nascimento.
  10. Capítulo IX · Parte ITodos os nomes do cante: O início do eixo da Sevilha cantaoraO cante é um mistério de sal, terra e fogo.
  11. Capítulo IX · Parte IITodos os nomes do cante ligados à Alameda: Século XIXHomenagem a todos os nomes de cantaores que conhecemos e aos que não conhecemos.
  12. Capítulo IX · Parte IIITodos os nomes do cante ligados à Alameda: Século XXO cante codifica-se, grava-se e torna-se indústria.
  13. Capítulo XO jondo ao piano começou na Alameda: Homenagem especial a Currito el de la Jeroma, o artista totalHomenagem especial a Currito el de la Jeroma, o artista total.
  14. ⏳EspecialA Escola Sevilhana do baileO talento impossível de imitarÀ espera, a marcar o compás…
  15. ⏳EspecialA guitarra dos cuartitos (pequenas salas privadas)Todos os nomes do toque · Parte IIIÀ espera, a marcar o compás…
  16. ⏳EspecialA viagem de Pepa OroA ida e volta da milonga flamenca na Alameda (ida y vuelta: cantes que viajaram entre Espanha e a América Latina)À espera, a marcar o compás…

Dedico esta crónica aos netos e netas, bisnetos e trinetos de todos aqueles que deixaram a sua marca e o seu saber onde foi o esplendor do flamenco, na Alameda de Hércules.

Caminha esta história

Alameda de Hércules · Passeio histórico por onde foi o esplendor do flamenco.

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